Stockholm 2015: Swedish designer David Ericsson has created a lightweight chair in solid beech – his “all-time favourite wood” – for furniture brand Gärsnäs. (more…)
Stockholm 2015: Swedish designer David Ericsson has created a lightweight chair in solid beech – his “all-time favourite wood” – for furniture brand Gärsnäs. (more…)
Contemporary Mexican home with clean lines: House S
House S showcases geometric volumes of simple and clean lines, designed by LASSALA + ELENES Arquitectos, located in Zapopan, Jalisco, Mexico. Specific areas like the access gallery and the terrace with view to the Primavera forrest include elements of narrative character in its sculptures as the result of design incentives that build on the Contemporary Mexican style of the 11,625 square foot…
If you’re thinking, “It’s not spring yet,” you’re right! You’ve got me! But I’m cheating a little bit because all of the dead greenery in my yard is starting to get the best of me, and I just had to top my outdoor table with something colorful. If we get another bout of freezing weather, this planter is small enough to bring indoors for the night. Or the week! For me, the key to getting through the winter is looking ahead to spring when a warm day happens to hit, much like it did this weekend. Today I’m sharing the photos from my latest DIY modern planter project. Ready to take a closer look?…
While this DIY project is open-ended, here are a few of the supplies I used to create my planter arrangement:
The succulents were from other planters in my yard. They were in need of repotting, or they were part of arrangements in which the other blooms were deteriorating, so I thought I’d group them in a new pot for today’s project. The mondo grass and erysimum (shown below) were chosen for their ability to handle the cooler temps that will be sticking around until spring. However, if the nighttime temps dip near or below freezing, I’ll be bringing this planter indoors until warmer temperatures return.
If you’re a regular Decoist reader, you know that I’ve been taking baby steps this winter to begin preparing my yard for spring. In other words, if it happens to be a warm weekend day, you can find me outside doing one project at a time. Last weekend, I painted a few of my pots a bright shade of aqua. You can see the smallest painted pot below:
Now let’s take a closer look at today’s featured project…
This planter arrangement is easy and fun, but know that it might take some trial and error. Choose inexpensive plants, because some will take root, while others may not mesh well in the grouping. Expect the best and give each plant space to grow, but don’t worry if you need to try another plant or two as time passes.
I love painting and repainting my pots. It’s funny, I know, but to me it’s a super easy way to give your yard a new look. It’s also clear that my yard needs a big dose of color, so vivid hues are important to me going forward. As mentioned, I painted a few planters last weekend, including the one you see above and below. Aside from the painting, the planter was in serious need of a makeover. The squirrels had dug up most of the succulents that once filled it. In other words, it also needed a new critter-proof location!
My outdoor dining table is not accessible to the squirrels, as I keep the chairs pushed in, so they can’t climb or hop onto the surface. I knew this would be the perfect new spot for the completed project! To create my planter arrangement, I tried different groupings of the succulents, dwarf mondo grass and erysimum until I came up with an end product that made me happy. Below we see the planter (newly filled) in its old location.
I “shopped my yard” for some unusual rocks and pebbles to add to the planter. I decided to go with a black and grey motif. Here’s what I came up with:
Next we see the planter in its new location. Can you spot a couple of the pebbles?…
Instead of alternating succulents with mondo grass, I decided to group “like” plants together in this arrangement. I like the asymmetrical look that results. It’s anything but perfect, and that’s what gives it personality!
Plus, the erysimum is so eye-catching and fragrant. The bees love it, and it adds much-needed height to this vignette. Also, I happen to be crazy about the combination of the bright orange blooms with the aqua planter!
Did I mention that this planter is my way of celebrating my new outdoor seating? I was all set to recover my old outdoor dining chairs, which would have involved cutting new wooden seats, topping them with foam and batting and covering them in vinyl. When it then became clear that I’d also need to sand the peeling spray paint from the chairs, I started to add up the cost of this seating makeover, and I soon realized that purchasing new chairs from IKEA wouldn’t be that much more expensive. And it would be less of a hassle than re-sanding/re-painting and re-covering the old chairs every few years!
I LOVE a good DIY project, but sometimes it makes more sense to purchase a sturdier version of the “project” and free up your time for other endeavors. This is a hard thing for a DIY enthusiast to realize, but in some sense, it was a relief when it became clear that there was an easy solution that was also more practical.
Above we see signs of spring on my patio. The grass is still dead, but now that I can see the colorful planter below from my living room, things don’t seem quite so bleak!
I’ll continue to share bits of my backyard makeover as the weeks pass. Wishing you a pleasant end to the winter. Can’t wait to celebrate spring’s arrival!
You’re reading A DIY Modern Planter Project for Spring, originally posted on Decoist. If you enjoyed this post, be sure to follow Decoist on Twitter, Facebook and Pinterest.
Está sem opção para o jantar? Que tal um Rivotril e almôndegas com bacon? Calma, o remédio é apenas inspiração para o nome do drinque criado pela mixologista Sandra Mendes do Caverna, bar em Botafogo, no Rio de Janeiro. A bebida foi batizada com esse nome pois leva polpa de maracujá. Confira as duas receitas rápidas e fáceis abaixo.
LEIA MAIS: Conheça o décor do Caverna. Drinques e rock 'n' roll com estilo carioca
Almôndega de patinho moído e bacon
Ingredientes
• 500 g de patinho moído
• 150 g de bacon moído
• 100 g de cebola picada
• 1 ovo
• 30 g de alho picado
• 100 g de farinha de rosca
• 5 g de sal (uma colher de chá)
• 4 g de grãos de pimenta-do-reino
Modo de preparo
Misture todos os ingredientes e faça bolinhas de aproximadamente 30 g. Em seguida, cozinhe as almôndegas no molho de tomate por 20 minutos.
Rivotril
Ingredientes
• 60 ml de polpa de maracujá
• 1 medida de xarope de açúcar (veja aqui)
• 30 ml de cointreau
• 60 ml de Jack Daniel's
Modo de preparo
Misture todos os ingredientes em uma coqueteleira e coloque em um copo alto preenchido previamente com hortelã e gelo.
Se você é jovem e gosta de rock e cerveja, o recém-inaugurado Caverna é o lugar ideal para curtir a noite carioca – a música "Highway to Hell”, um dos hinos da banda AC/DC, aparece de forma nada discreta em um neon vermelho logo ali no bar, indicando a vocação do novo espaço. Localizado em Botafogo, no Rio de Janeiro, o restaurante tem feito sucesso com seus drinques elaborados e cardápio enxuto, porém com opções interessantes.
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A casa é o resultado de uma “sintonia perfeita” entre os clientes e a arquiteta. As palavras são de Alessandra Amado, carioca que já morou em Londres, no Chile e em Barcelona. Sua paixão por viajar combinou com o pedido de um estilo urbano e industrial para o espaço, e assim que recebeu o convite para o projeto, fez as malas e foi buscar referências em Nova York. Porém a natureza onipresente do Rio de Janeiro não permitiu a concepção de um local apenas moderninho, como os bares nova-iorquinos: quem vai ao banheiro consegue ver uma “caverna” (na verdade, uma pedreira), isolada com vidro. O que poderia ser um obstáculo para a obra tornou-se base para um projeto criativo: uma instalação luminosa, desenhada por ela, foi encrustada entre as rochas.
Para compor um espaço rústico, Ale utilizou materiais como tijolo, aço e concreto. Além disso, as instalações elétricas são aparentes, e o estoque do restaurante é vísivel do bar. “A iluminação tem um papel importantíssimo no projeto. Ela só existe onde é necessária, e tentamos evitar lustres ou adornos”, diz ela. Além das cadeiras vermelhas, um de seus itens preferidos são as mesas comunitárias. “Elas possuem uma bandeja de inox para deixar a cerveja gelada. Nada melhor para um bar como o Caverna”, afirma.
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A divertida carta de drinques – que vêm em um béquer, utensílio utilizado em laboratórios – é assinada por Sandra Mendes, que nomeou as bebidas de forma inusitada: já pensou em um Rivotril… diferente? E que tal um Capitão Caverna? Neste drinque, a mixologista escolheu uma colher para apresentar a bebida (ao contrário do shot), uma mistura do Jägermeister com energético em forma de gelatina. Se preferir as cervejas, escolha entre dois tipos de chop e doze rótulos.
No cardápio, opções como sanduíche de barriga de porco e as almôndegas de patinho e bacon fazem sucesso. Em tempo: toda segunda-feira o restaurante participa do movimento global "segunda sem carne", e oferece um hambúrguer totalmente vegano para quem prefere fugir das opções tradicionais.
Quando o estúdio Lovisaro Arquitetura + Design criou a sala de estar acima, o objetivo era imprimir a personalidade da dona em um espaço cheio de contemporaneidade. Para começar, o delicado papel de parede floral e o aconchegante sofá modular assumiram o cinza, um tom que é tendência forte nos dias de hoje. Sobre essa base monocromática, pontos de cor adicionam energia ao espaço. Enquanto um grupo de almofadas desfila texturas, padrões e diferentes nuances de rosa, uma coleção eclética de quadros deixa claro que ali vive uma mulher feminina e interessante. E como a vida é feita de mudanças, a decoração pode ser completamente transformada em um piscar de olhos: o cômodo ganha vida nova ao se trocar os acessórios, os responsáveis por injetar ousadia no lugar.
Quer ver mais ambientes inspiradores como este? Acesse o board de decoração no Pinterest da Casa Vogue e faça uma coleção dos seus espaços favoritos!
A extensa coleção do museu Cooper Hewitt, em Nova York, acaba de ganhar um novo lar sem sair do lugar. Acontece que a Carnegie Mansion, construção do início do século 20 dedicada totalmente ao design, ganhou um retrofit milionário tão caprichado que a atualizou com todas as novidades do século 21.
Para começar, a área de exibição do local foi reestruturada e cresceu 60%, permitindo que não apenas o acervo permanente de mais de 200 mil objetos, como também exposições temporárias ganhem mais destaque. A transformação do prédio em um museu conectado com os tempos atuais é um trabalho de design em si que teve treze firmas envolvidas. Apesar de tanta contemporaneidade, o espírito e a personalidade originais foram mantidos com a restauração de elementos-chave. Paredes e pisos de madeira continuam a exibir charme de época.
"O público ganhou acesso a quatro andares de galerias de exposições, incluindo a primeira instalação que ocupa um andar completo dedicado a obras do nosso acervo", conta Caroline Baumann, diretora do museu. "O novo Cooper Hewitt é um destino imperdível para quem quer desfrutar da história do design de uma forma nunca antes vista."
Além disso, a construção abraça a tecnologia ao incorporar uma infinidade de funções interativas. Dentre as novas características estão mesas touchscreen que permitem explorar a coleção em imagens de ultradefinição; a Immersion Room, local onde o público pode criar seus próprios protótipos e o Process Lab, no qual as pessoas são convidadas a resolver um problema de design do mundo real. Para aprimorar ainda mais a visita, foi desenvolvido um instrumento parecido com uma caneta capaz de coletar e salvar informações dos itens expostos.
Como se não fosse o bastante, o Cooper Hewitt conta uma nova gift shop com produtos cuidadosamente escolhidos e um café operado pela Taralluci e Vino. Os jardins do local também serão presenteados com um novo paisagismo a tempo do verão no hemisfério norte.
King’s Point is a residential project completed by H3K Design. Completely redesigned, this mid-century house is located in Palm Springs, California, USA. Photos by: Patrick Ketchum
O Inclusion, do designer neozelandês Martin Reber, quebra a fronteira do design para pequenos e adultos. O móvel pode servir às visitas na sala de estar e, no minuto seguinte, ser desmontado e virar um playground infantil. O segredo está na composição simples e leve.
O sofá é formado por cinco componentes que podem ser movidos, colocados de cabeça para baixo ou empilhados como as crianças quiserem. Duas peças de espuma em formato de L em cada extremidade formam pés e descansos de braço. Sobre elas, se apoia uma tábua de compensado de 3 cm de espessura, suportada por uma base de aço no centro. A madeira sustenta um futon de espuma e um apoio de costas. Cavilhas metálicas nas bases permitem encaixar os itens, enquanto o peso do corpo ancora tudo no lugar.
Desmontadas, as peças oferecem diversas opções de brincadeira. A criança pode apoiar a madeira sobre um dos pés e transformá-la em um escorregador. As bases também se transformam em assentos em miniatura. "Não é um sofá infantil nem puramente para adultos", conta o designer. "Ele foi projetado para complementar e satisfazer as necessidades dos dois grupos, sem comprometer a estética".
O móvel surgiu como trabalho de conclusão do curso de design no Instituto de Tecnologia Unitec, em Auckland. A ideia veio enquanto observava sua filha se mover entre a mobília de casa. "Nossas peças de gente grande não pareciam ter sido desenhadas tendo os pequenos em mente; enquanto os móveis dela eram apenas versões em miniatura de nossas coisas", conta. O designer também percebeu que o papel de alguns itens mudava de acordo com quem estava usando: o banquinho de madeira da menina, por exemplo, funcionava como um ótimo degrau para ele.
Esse apartamento na capital federal goza de uma característica rara nas grandes cidades brasileiras: seus interiores estão em perfeita harmonia com a vizinhança. O lar com decoração modernista localiza-se na Superquadra 113 Sul uma das poucas que conservam os blocos residenciais voltados ao trajeto de pedestres, ideia de Lucio Costa, e o paisagismo original de Burle Marx.
Os profissionais do escritório Bloco Arquitetos propuseram deixar o lar, construído na década de 1960, o mais próximo possível de sua concepção original. Ajudou o fato de o casal de proprietários, um profissional do mercado financeiro e uma artista plástica, já possuírem uma coleção de móveis modernistas.
Uma parede da sala de estar ganhou ar brutalista com a aplicação de uma mistura de cimento e água. O material se contrapõe à delicadeza do piso de peroba rosa original, e a clássicos do mobiliário, como os sofás LC, de Corbusier e ON, de Oscar Niemeyer, além das poltrona Mole e Beto, de Sergio Rodrigues. As peças fazem companhia ao contemporâneo banco de madeira de Maurício Azeredo.
A disposição da mobília valoriza o vazio. "Os clientes têm muitas peças importantes – todas originais. Então a gente não quis que as obras ficassem competindo entre si", conta Daniel Mangabeira, um dos autores do projeto. "Não tem sequer tapete".
A cozinha sofreu as maiores transformações. A equipe de obra derrubou a parede que dividia o cômodo da sala de jantar, em uma abordagem atual. Fórmica com superfície de lousa cobre os armários embutidos e a divisória que separa os ambientes da área íntima. Além de ter uma presença discreta nos ambientes coloridos, o revestimento permite à família rabiscar o cardápio das refeições por ali.
A parede que ocultava o cobogó dos fundos também caiu. A luz e ventilação agora penetram na cozinha e sala de jantar. Nesse ambiente, ela é filtrada por um painel de madeira, aço e vidro jateado desenhado pelos arquitetos. A peça, inspirada nos azulejos de Athos Bulcão no Palácio de Itamaraty, realça os tons de vermelho do jantar, dados pelo piso e poltronas Panton. Do outro lado da divisória fica o ateliê, onde a dona da casa produz pequenas estátuas e bijuterias.
Obras de arte pontuam as áreas sociais. O living ganhou quadros do brasiliense Breno Rodrigues, enquanto a cozinha guarda uma Guanabara de Alfredo Ceschiatti.
Nos banheiros, os arquitetos resgataram soluções construtivas do prédio original. Assim, restauraram os forros de concreto furado e aplicaram nos pisos o ladrilho sextavado, usado com frequência em meados do século passado. As pastilhas de vidro têm a mesma dimensão das originais, de cerâmica. O toque contemporâneo fica por conta dos metais sanitários da Deca e da laca e silestone – verdes – usados em uma bancada. Nem tudo em Brasília, afinal de contas, é imutável.