Profusão modular

Casal restaura castelo abandonado na França

Reforma do Chateau de Gudanes (Foto: Divulgação)

Os australianos Karina e Craig Waters procuravam uma casa de fazenda para realizar o sonho de passar momentos tranquilos no interior da França. Depois de anos de busca, eles estavam a ponto de desistir quando o filho descobriu na internet um castelo abandonado.  E bastou olhar o Chateau de Gudanes para a dupla se apaixonar pela morada.

A partir deste momento, a família embarcou em uma aventura inimaginável: restaurar um prédio dos anos 1740. "O teto caiu em quatro pontos, o que resultou em infiltrações exetensas. A maior parte do interior estava coberta de pedregulhos e completamente inacessível, tudo devido ao resultado da queda do forro, paredes e piso", conta o casal.

A propriedade de 1000 m² guarda diversas surpresas, como os afrescos escondidos na parede. Certa vez, Karina descobriu um buraco de 3 m de profundidade sob o piso, que era uma abóbada originalmente.

Reforma do Chateau de Gudanes (Foto: Divulgação)

O castelo pertenceu ao marquês Louis Gaspard de Sales, que encomendou o projeto ao arquiteto Ange-Jacques Gabriel, de Paris, conhecido por obras como o Petit Trianon no Palácio de Versalhes. O objetivo original da morada era reunir a nobreza em festas pródigas. Após sobreviver a Revolução Francesa, o prédio foi comprado por uma família local.

Para o futuro, assim que terminarem as obras, o casal espera receber turistas pela propriedade. Já em 2016, a ideia é oferecer quartos, cafeteria e uma loja de lembranças, além de instalações para casamentos, festivais de música e congressos.

Reforma do Chateau de Gudanes (Foto: Divulgação)


 

Reforma do Chateau de Gudanes (Foto: Divulgação)


 

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Um lar caleidoscópico em Israel

Float House Pisou Kedem (Foto: Amit Geron / divulgação)

Quando o escritório de arquitetura Pitsou Kedem encontrou o terreno de 2 mil m² em que construiria o lar de um casal, percebeu que tinha todas as características necessárias para dar vida a mais um de seus projetos sofisticadamente minimalistas: muito espaço e um terreno plano. Depois de cerca de três anos de obras, surgiu uma morada cuja leveza é tão grande que as paredes parecem flutuar entre um espelho d'água e um teto voador. Trata-se da Float House.

A leveza e a amplitude eram exatamente os conceitos que os arquitetos buscavam traduzir na morada que fica próxima a Tel Aviv. Dividida por jardins internos e enormes painéis de vidro, a impressão que fica é que, apesar de toda a privacidade alcançada pelas paredes vazadas de madeira que cercam a propriedade, não há limites entre os cômodos e muito menos entre a área externa e a interna.

LEIA TAMBÉM: Tel Aviv, um caldeirão arquitetônico

Float House Pisou Kedem (Foto: Amit Geron / divulgação)

Tal efeito foi alcançado graças a uma inteligente estrutura de partições móveis localizadas sob um teto escultural. Formado por duas estruturas ultrafinas que se fundem em um ponto central, de onde vem todo o suporte, ele não toca as paredes da fachada, enfatizando a ilusão de voo. Para aumentar ainda mais a horizontalidade do projeto, o teto feito de materiais muito leves se expande por cinco metros além das paredes que cercam a casa.

Logo na entrada, uma moldura de ripas de madeira constitui a fronteira inicial dessa imensidão de privacidade transparente. Ao penetrar por ela, uma espécie de lobby aquático se apresenta de forma inusitada e etérea. Blocos perfeitamente quadrados de rocha basáltica parecem flutuar sobre um espelho d'água criando o caminho para uma ampla sala de estar. Dali, graças às partições vítreas, já é possível visualizar quase todos os espaços da casa.

E MAIS: Prédio? Não, casa de sete andares

Apenas alguns volumes obstruem a visão da piscina ao fundo. Blocos revestidos de pedra ou de madeira e espécies de persianas de tábuas verticais recortam paisagens híbridas que mesclam os cômodos ao enorme quintal. E todo esse jogo de enquadramentos ainda é espelhado pela longa piscina do fundo, como em um caleidoscópio arquitetônico repleto de savoir-vivre.

Arquitetura : Pitsou Kedem architects
Time de design: Pitsou Kedem, Raz Melamed, Irene Goldberg
Fotografia: Amit Geron

Float House Pisou Kedem (Foto: Amit Geron / divulgação)

 

Float House Pisou Kedem (Foto: Amit Geron / divulgação)

 

Float House Pisou Kedem (Foto: Amit Geron / divulgação)

 

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Float House Pisou Kedem (Foto: Amit Geron / divulgação)

 

Float House Pisou Kedem (Foto: Amit Geron / divulgação)

 

Float House Pisou Kedem (Foto: Amit Geron / divulgação)

 

Float House Pisou Kedem (Foto: Amit Geron / divulgação)

 

Float House Pisou Kedem (Foto: Amit Geron / divulgação)

 

Float House Pisou Kedem (Foto: Amit Geron / divulgação)

 

Float House Pisou Kedem (Foto: Amit Geron / divulgação)

 

Float House Pisou Kedem (Foto: Amit Geron / divulgação)

 

Float House Pisou Kedem (Foto: Amit Geron / divulgação)

 

Float House Pisou Kedem (Foto: Amit Geron / divulgação)

 

Float House Pisou Kedem (Foto: Amit Geron / divulgação)

 

Float House Pisou Kedem (Foto: Amit Geron / divulgação)

 

Float House Pisou Kedem (Foto: Amit Geron / divulgação)

 

Float House Pisou Kedem (Foto: Amit Geron / divulgação)

 

Float House Pisou Kedem (Foto: Amit Geron / divulgação)

 

Float House Pisou Kedem (Foto: Amit Geron / divulgação)

 

Float House Pisou Kedem (Foto: Amit Geron / divulgação)

 

Float House Pisou Kedem (Foto: Amit Geron / divulgação)

 

Float House Pisou Kedem (Foto: Amit Geron / divulgação)

 

 

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Décor do dia: cama escultural

Décor do dia (Foto: Aico Lind / divulgação)

A primeira imagem barroca que passa pela cabeça quando a palavra dossel é pronunciada é completamente inversa ao móvel escolhido para o ambiente acima, criado pelo escritório The Playing Circle. Exaltando linhas retas, minimalistas e supersofisticadas, a estrutura de madeira funciona como uma escultura no espaço de sotaque escandinavo e com pé-direito alto. Para deixar a decoração ainda mais interessante, luminárias articuladas de parede foram posicionadas dos dois lados, substituindo qualquer possibilidade de um abajur tradicional. Enquanto um baú rústico traz a pátina do tempo para os pés da cama, os criados-mudos diferentes entre si adicionam informação visual. O mesmo efeito é alcançado pela escolha de plantas: ao lado da janela cresce uma folhagem tropical enquanto, do outro lado, um cacto forma uma bela dupla com uma luminária redonda deixada no chão.

Quer ver mais ambientes inspiradores como este? Acesse o board de decoração no Pinterest da Casa Vogue e faça uma coleção dos seus espaços favoritos!

Décor do dia (Foto: Casa Vogue)

 

 

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Criatividade direto da África do Sul

Design Indaba (Foto: Divulgação)

Fevereiro é o mês em que as grandes mentes criativas do mundo se reúnem na África do Sul para discutir a importância do design no mundo e na sociedade. É o Design Indaba que acontece entre os dias 20 de fevereiro e 1º de março. Apaixonada pelo tema como só, nada mais natural que a Casa Vogue preparasse uma cobertura diária com os highlights do evento. Para tal missão, elegemos a nossa designer Tammy Takenaka, que mandará notícias direto da Cidade do Cabo. Dentre palestras, feiras e shows musicais, a criação gráfica, de produto e de moda se tornará tema central no sul do continente mãe.

E MAIS: Veja como foi a edição passada do Design Indaba

E como criatividade nunca é demais, nosso site também contará tudo o que acontece na Guild Design Fair, evento que acontece na mesma data e recebe obras de artistas e designers representados pelas mais diversas galerias do mundo. Nosso repórter online Michell Lott também faz as malas para mostrar o que há de melhor por lá.

Fique ligado em casavogue.com.br e no nosso Instagram!

 

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Design deliciosamente selvagem

Inspiração na selva (Foto: Casa Vogue)

Plantas tropicais, animais exóticos e cenários exuberantes povoam o imaginário e a estética das florestas ao redor do mundo. Tal beleza invadiu o universo do design para dar origem a produtos que são uma explosão de charme e de mistério. Veja a nossa galeria e dê pitadas selvagens à decoração de casa.

Clique aqui para ver a galeria!

Matéria publicada em Casa Vogue #354 (assinantes têm acesso à edição digital da revista)

 

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Peças inspiradas na beleza da natureza

Arquitetura da natureza (Foto: Casa Vogue)

Abelhas, aranhas, pássaros e borboletas: cada um consegue, da sua maneira, dar origem a verdadeiras estruturas arquitetônicas que são as mais criativas (e eficazes) do planeta. Casa Vogue fez uma seleção de peças que tomam emprestadas as formas criadas por tais animais e criou quatro galerias de móveis, luminárias e objetos decorativos. Inspire-se nessas belas construções naturais e decore o lar com a energia e a originalidade da natureza.

Clique nas imagens abaixo para ver as galerias

*Matéria publicada em Casa Vogue #354 (assinantes têm acesso à edição digital da revista)

Arquiteturas da natureza (Foto: Casa Vogue)
Arquiteturas da natureza (Foto: Casa Vogue)
Arquiteturas da natureza (Foto: Casa Vogue)
Arquiteturas da natureza (Foto: Casa Vogue)

 

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Vote nos projetos de arquitetura do ano

Capa anuário de fevereiro (Foto: Tammy Takenaka)
Capa 354 (Foto: Roberto Cecato)

Já faz 24 anos que a Casa Vogue reúne um panorama cheio de boas e diversificadas opções de como viver bem no Especial Arquitetos. Em 2015, 19 profissionais de todo o país se distribuem ao longo das mais de 220 páginas da nossa edição de fevereiro, em uma home especial no nosso site e, pela primeira vez, em minivídeos publicados no Instagram.

Além de reunir o trabalho de nomes icônicos, queremos saber quais são os espaços favoritos dos leitores. Por isso, vá até a página do Especial, eleja seus projetos preferidos e vote. O projeto mais curtido será publicado na íntegra em casavogue.com.br e será acompanhado de uma entrevista exclusiva com o profissional responsável.

Clique aqui para votar!

 

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Olho no detalhe

clover_1 (Foto: Felipe Ribon/divulgação)   

“A cor está no prato. Não queríamos que o cenário desviasse a atenção do principal: a cozinha autêntica de Jean-François Piége”. Quem conta é a interior designer Charlotte Biltgen, autora do décor do restaurante Clover, novo endereço do estrelado chef francês em Saint-Germain-des-Près, Paris.
    
Por essa razão, os tons neutros imperam, e a riqueza visual fica por conta da minúcia nos detalhes, a começar pelas paredes, revestidas com raku, cerâmica artesanal japonesa que costuma ganhar pequenas rachaduras após a queima. Charlotte decidiu usar este craquelê como um elemento decorativo e, ao longo de quatro dias, fez vários estudos em seu estúdio até chegar à composição que buscava, aquela na qual uma peça complementaria a outra. Todo esse revestimento é destacado por uma fileira de shingles de madeira maciça, cujo relevo conversa lindamente com os veios da própria madeira.    

clover_2 (Foto: Felipe Ribon/divulgação)

 

clover_3 (Foto: Felipe Ribon/divulgação)   

Para personalizar ainda mais o décor, as pernas das mesas, as luminárias de parede e parte das louças vieram do marché aux puces de Saint-Ouen e de lojas bric-a-brac em Bruxelas – tudo garimpado por Charlotte, com a ajuda do próprio chef e de sua mulher Elodie. Destaque para as arandelas esféricas Radiohuset (1931), do arquiteto dinamarquês Vilhem Lauritzen.
    
Nesta mesma toada, o piso de madeira também tem história: foi reaproveitado de vagões de carga da SNCF (Société Nationale des Chemins de fer Français, empresa de ferrovias francesas) e restaurado para o uso no projeto.    

clover_4 (Foto: Felipe Ribon/divulgação)

 

clover_5 (Foto: Felipe Ribon/divulgação)

 

clover_6 (Foto: Felipe Ribon/divulgação)

    
Pensado como a “epítome do simple cooking”, o restaurante dispensa a divisão entre a cozinha e o salão para 20 pessoas – os pratos são preparados a poucos metros dos clientes – e assim consegue otimizar sua área de apenas 50 m². Grandes geladeiras-vitrine ficam em frente aos clientes, exibindo os alimentos frescos que chegam a cada dia e criando uma espécie de “paisagem alternativa”, perfeita para abrir o apetite. Quando se trata de um chef com duas estrelas Michelin, essa é uma qualidade ainda mais desejável, não?
    
Clover
5, rue Perronet, Paris VIIe. Tél.: 01 75 50 00 05

    

clover_7 (Foto: Felipe Ribon/divulgação)

 

clover_8 (Foto: Felipe Ribon/divulgação)

 

clover_9 (Foto: Felipe Ribon/divulgação)

 

clover_10 (Foto: Felipe Ribon/divulgação)

   
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Lyon ganha museu emblemático

Musée des Confluences (Foto: Quentin Lafont / divulgação)Visão exterior do impressionante Musée des confluences, em Lyon

Não tem como negar: com suas arquiteturas espetaculares e uma peregrinação de visitantes em busca de conhecimento, museus se transformaram em espécies de igrejas e templos do mundo contemporâneo. Segunda maior metrópole e terceira maior população da França, Lyon certamente verá o fluxo de turistas aumentar consideravelmente por conta da abertura mês passado do Musée des Confluences. A localização deste museu de 238 mil m² é mais do que especial: a ponta da península criada artificialmente, no início do século 20, no exato ponto onde os rios Ródano e Saône se confluem – daí vem, aliás, o seu nome.

A linha de horizonte da estação de trem Lyon-Perrache mudou consideravelmente com a sua chegada. De longe, o prédio todo de aço – mais de 6.600 toneladas! – parece uma nave espacial que aterrissou na cidade. Conforme o caminho que se pega até o museu, a visão da sua arquitetura varia consideravelmente. O estilo desconstrutivista do prédio, um pouco hostil quando se chega perto, foi assinado pela Coop Himmelb(l)au, agência austríaca que deslanchou na mesma época outros starchitects como Zaha Hadid, Daniel Libeskind e Frank Gehry.

Musée des Confluences (Foto: Quentin Lafont / divulgação)O edifício encontra-se na confluência entre os rios Ródano e Saône

A sensação quando adentra-se no hall de entrada, todo de vidro e aço, é de estar dentro de um cristal. “A inspiração veio da própria turbulência do choque entre os dois cursos de água”, explicou Wolf D. Prix, chefe executivo da Coop Himmelb(l)au. A estrutura, análoga daquela usada na construção de pontes, sustenta sozinha os espaços de exposição, acessíveis através de escada rolante e uma rampa espiral. De fora, o resto do edifício lembra uma nuvem de aço facetada e angular –  segundo D. Prix são essas “novas geometrias” que dão personalidade a uma construção.

A complexidade da construção refletiu tanto no prazo (o atraso foi de quase 14 anos!) quanto no orçamento (dos 60 milhões previsto, o budget passou para 253 milhões de euros). Apesar de algumas críticas quanto a isto, o Musée des Confluences também foi pensado para dar uma segunda vida a um bairro até então abandonado em Lyon. Daqui a alguns meses, deve ficar pronta a segunda parte do projeto, que também é urbanístico. Quando os visitantes atravessam o “cristal” do museu, chegam num passeio público e num parque com ciclovias de frente para os rios onde devem acontecer mil e uma atividades.

Quer ver mais projetos inspiradores como este? Acesse o board de arquitetura no Pinterest da Casa Vogue e faça uma coleção dos seus espaços favoritos!

A museologia do espaço também foi pensada para atrair o maior número de pessoas. Sem ser dividida por áreas, como em instituições mais tradicionais com salas divididas em ciências, arte, etnografia e antropologia, o museu optou por misturar todas as suas disciplinas. “Preferimos organizar em torno de questões universais: de onde viemos, o que acontece depois da morte, qual é o lugar do homem na biodiversidade”, contou o diretor científico Bruno Jacomy. Nenhum lugar melhor para pensar em assuntos tão existenciais como a vista para a confluência dos dois rios do museu.

Musée des Confluences (Foto: Quentin Lafont / divulgação)Recém-inaugurado, a obra do museu sofreu um atraso de 14 anos

 

Musée des Confluences (Foto: Quentin Lafont / divulgação)A sensação quando se entra no hall, todo de vidro e aço, é de estar dentro de um cristal

 

Musée des Confluences (Foto: Quentin Lafont / divulgação)A museologia do espaço não divide o museu por áreas ou disciplinas

 

Musée des Confluences (Foto: Blaise Adilon / Divulgação)Todo de aço, o prédio pesa mais de 6.600 toneladas

 

Musée des Confluences (Foto: Quentin Lafont / divulgação)O skyline de Lyon mudou consideravelmente com a chegada do Musée des Confluences

 

Musée des Confluences (Foto: © Pierre-Olivier Deschamps - Agence VU / Divulgação)O museu reúne um rico acervo de todas as partes do mundo. No detalhe, cocar de penas da população indígena de Tapirapé, Brasil, século 20

 

Musée des Confluences (Foto: © Pierre-Olivier Deschamps - Agence VU / Divulgação)Luneta astronômica, França, 1850

 

Musée des Confluences (Foto: © Pierre-Olivier Deschamps - Agence VU / Divulgação)Conjunto de radiologia fabricado por Radiguet et Massiot, França, 1908

 

Musée des Confluences (Foto: © Pierre-Olivier Deschamps - Agence VU / Divulgação)Escultura de um Grande Corvo, figura da mitologia indígena, de Johanasie Illauq, Canadá, 1988

 

Musée des Confluences (Foto: © Pierre-Olivier Deschamps - Agence VU / Divulgação)Detalhe de um recipiente de culto e meditação que retrata passagens da vida de Buda, originário do Musée National des Arts Asiatiques, em Paris

 

Musée des Confluences (Foto: Quentin Lafont / divulgação)No detalhe, parte da coleção de potiches asiáticos 

 

Musée des Confluences (Foto: Quentin Lafont / divulgação)Boneca do Imperador, Japão, período Edo (1603-1868)

 

Musée des Confluences (Foto: Quentin Lafont / divulgação)“Preferimos organizar em torno de questões universais: de onde viemos, o que acontece depois da morte, qual é o lugar do homem na biodiversidade”, contou o diretor científico Bruno Jacomy

 

Musée des Confluences (Foto: Quentin Lafont / divulgação)Estátua retratando a deusa da lua, originária do Musée National des Arts Asiatiques, em Paris, Japão, dinastia Qing (1644-1911)

 

Musée des Confluences (Foto: Quentin Lafont / divulgação)Quadro de um gabinete de curiosidades, Musée des Confluences, Lyon

 

Musée des Confluences (Foto: Quentin Lafont / divulgação)Bule e xícara de cerâmica, assinado Ito Shôzô, Japão, primeira metade do século 19

 

Musée des Confluences (Foto: Quentin Lafont / divulgação)Com arquitetura espetacular, a expectativa é de que o museu atraia legiões de visitantes

 

Musée des Confluences (Foto: Quentin Lafont / divulgação)O projeto é do escritório austríaco Coop Himmelb(l)au

 

Musée des Confluences (Foto: Quentin Lafont / divulgação)No exato ponto onde os rios Ródano e Saône se confluem, o Musée des Confluences surgiu com a intenção de revitalizar um bairro degradado de Lyon

 

 

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