Café gelado: energia refrescante

 


Para enfrentar as altas temperaturas do verão brasileiro, nada melhor que um drinque refrescante. Por quê não, então, dar tal característica para o café, bebida energizante que acompanha o dia a dia de todos? Foi pensando nisso que o os sócios Flávio Seixlack e Rodolfo Herrera, do café Beluga, trouxeram a receita para São Paulo. "Introduzimos os métodos gelados em nosso cardápio porque sempre aqchamos que é algo com a cara do Brasil e as pessoas não têm esse hábito por aqui. A receita é simples de fazer e deliciosa", contam.

VEJA MAIS: Conheça a história do Beluga

Ficou com vontade? Acompanhe o processo no vídeo acima e veja a receita detalhada abaixo. Mas cuidado! Os sócios alertam que o choque térmico pode danificar peças de vidro frágeis. Por isso, escolha bem os itens a serem utilizados na hora do preparo.

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Café Beluga (Foto: Michell Lott)

Café coado gelado do Beluga

Ingredientes
• 12 gramas de café
• 90 ml de água
• 90 gramas de gelo

Modo de preparo
• Moa o café na hora
• Ferva a água e escalde o filtro para tirar o gosto residual do papel
•Coloque o gelo na jarra onde o café será coado
•No filtro, coloque o café em pó e, em seguida, 24 ml de água
•Mexa o conteúdo e deixe descansar por alguns segundos
•Aos poucos, jogue a água fazendo movimentos circulares do centro para os cantos, sem nunca tocar o papel
•Com uma colher, mexa a água para que a extração aconteça de forma uniforme
•Ao final, mexa a jarra de café com gelo e sirva em um copo alto
•O choque térmico da água quente com o gelo fará com que a bebida se torne naturalmente mais doce.

 

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Qual dos quadros é o falsificado?

Made in China Dulwich (Foto: Stuart Leech / divulgação)

A primeira exposição de 2015 realizada pela Dulwich Picture Gallery, em Londres, pode pegar os visitantes desavisados de surpresa. As obras escolhidas não surpreendem: todas fazem parte da coleção permanente do local. Mas o que o artista conceitual Doug Fishbone pretende despertar com a mostra Made In China está além da contemplação despretensiosa.

A partir do dia 10 de fevereiro, uma das peças será substituída por uma réplica encomendada da China. A identidade da pintura será mantida em sigilo, desafiando o público a encontrá-la enquanto examinam os detalhes dos óleos que contam a história da arte pelos corredores do local.

Made in China Dulwich (Foto: divulgação)

O objetivo de Fishbone é questionar a importância da originalidade das peças de arte. Vale ressaltar que mestres como Ticiano e Rubens incentivavam seus aprendizes a copiarem suas obras-primas como forma de aprimorar a técnica. No próprio museu, existe uma área dedicada às reproduções de Venus e Adonis e outra onde ficam as reproduções de Windmills, de Ruisdael, pintadas por artistas visitantes.

Durante os três meses da mostra, os visitantes poderão participar de um concurso tentando descobrir qual das 270 obras permanentes é a falsificada. O segredo será revelada no dia 28 de abril – data na qual a pintura original e a cópia serão penduradas lado a lado – e as respostas vencedoras entrarão em um sorteio para ganhar uma das cinco reproduções feitas das obras do acervo.

Made in China: A Doug Fishbone Project
Data: de 10 de fevereiro a 26 de julho
Local: Dulwich Picture Gallery
Endereço: Gallery Road, London, SE21 7AD
Horário: de terça à sexta, das 10h às 17h; sábado e domingo, das 11h às 17h

Made in China Dulwich (Foto: divulgação)

 

Made in China Dulwich (Foto: Stuart Leech / divulgação)

 

Made in China Dulwich (Foto: Stuart Leech / divulgação)

 

Made in China Dulwich (Foto: Stuart Leech / divulgação)

 

Made in China Dulwich (Foto: Michael Mandiberg / divulgação)

 

 

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Colaboração italiana de primeira

Fornasetti + Valentino (Foto: divulgação)

No tempo em que Piero Fornasetti e Valentino Garavani  deram vida às marcas que levam seus nomes, a criatividade made in Italy de cada um seguia uma linha bem diferente da outra. O primeiro, no campo do design, apostou no surrealismo preto e branco em finas linhas feitas à mão. Já segundo, na moda, abraçou a beleza racional na hora de elaborar seus vestidos. Mas as gerações seguintes parecem ter muito mais em comum que seus antecessores. Tanto que,  a Fornasetti, sob o comando de Barnaba Fornasetti, e a Valentino, liderada por Maria Grazia Chiuri e Pierpaolo Piccioli, fizeram uma parceria e lançaram uma coleção limitada de acessórios que unem as duas estéticas.

Fornasetti + Valentino (Foto: divulgação)

Composta por cinco produtos – um banquinho, um lenço, uma bandeja, um case de óculos e um prato –, cada um representando um dos cinco sentidos, a linha exibe um remix entre os tradicionais desenhos feitos à mão da Fornasetti e a estampa camuflada da Valentino.

O fruto dessa colaboração italiana nasceu para comemorar o lançamento da primeira flagship da Valentino em Nova York. Por isso, as peças só podem ser encontradas por lá.

Fornasetti + Valentino (Foto: divulgação)

 

Fornasetti + Valentino (Foto: divulgação)

 

 

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Décor do dia: retas e curvas no jantar

Décor do dia (Foto: reprodução)

Se a sala de jantar acima tivesse que ser definida por apenas um adjetivo, este seria eclético. O espaço criado pelo estúdio Comunne mixa linhas orgânicas e geométricas para alcançar uma sucessão de camadas visuais. Ao redor da mesa de madeira reta, reúnem-se as icônicas cadeiras Wishbone, de Hans Wegner, que destilam sensualidade com suas curvas. O movimento continua pelo tapete de listras onduladas enquanto a rigidez do móvel  principal é seguida a risca pela luminária poligonal que se dependura do teto. Na parede, quadros de referência étnica se misturam a outros abstratos em uma harmonia de opostos. Para completar essa gostosa confusão, uma infinidade de objetos descansam sobre um aparador, deixando o espaço ainda mais rico.

Quer ver mais ambientes inspiradores como este? Acesse o board de decoração no Pinterest da Casa Vogue e faça uma coleção dos seus espaços favoritos!

Décor do dia (Foto: Casa Vogue)

 

Décor do dia (Foto: Casa Vogue)

 

 

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Lar descontraído e repleto de arte

Apartamento na Lagoa (Foto: Juliano Colodeti / MCA Estúdio )

"Quero paredes brancas para colocar minhas obras de arte". O pedido do colecionador estrangeiro deu o tom da reforma desse apartamento, tocada pelo Studio ro+ca, dos arquitetos Rodrigo Béze e Carlos Carvalho. O morador alugou um pied-à-terre de 140 m² no Rio de Janeiro, que visita com frequência a negócios. O plano era desfrutar da bela vista para a Lagoa Rodrigo de Freitas e, eventualmente, receber amigos.

O cliente tomou para si a prazerosa tarefa de escolher os quadros: obras como o retrato de Andy Warhol por Mark Greenberg, e telas de Sunday B. Morning e Robert Mars. Coube aos arquitetos montar uma base neutra, que fosse aconchegante, mas não competisse com a coleção. Os dois jovens evitaram a todo custo a sisudez.

Escolheram móveis em diferentes tons de cinza, uma combinação discreta, mas não monótona. O sofá Platô, de Jayme Bernardo, conversa com os pufes da Arquivo Contemporâneo. O tapete da Diesel, composto por recortes de peças antigas desgastadas e tingidas, dá um toque descontraído. A poltrona Shadowy, da Moroso, sugerida pelo morador, reforça a alegria do espaço.

Apartamento na Lagoa (Foto: Juliano Colodeti / MCA Estúdio )

No lado oposto à composição, os arquitetos criaram um cantinho de leitura com vista para a Lagoa. A poltrona Diz, de Sergio Rodrigues, faz companhia ao carrinho de chá Toto, de Isay Weinfeld para a Etel e ao quadro da série Dots, de Damien Hirst.

Na hora de projetar o jantar, Béze e Carvalho enfrentaram um desafio. O cliente precisava do apartamento pronto em dois meses, mas não foi possível encontrar um jogo de seis cadeiras de design disponíveis para pronta-entrega. Os arquitetos combinaram, então, peças díspares, como a Overdyed Chair, da Diesel e a Ironica, da Ton. Usar a mesma cor – preto – deu harmonia ao cantinho.

Apartamento na Lagoa (Foto: Juliano Colodeti / MCA Estúdio )

As paredes receberam apenas tinta e o piso original, de madeira, foi ressaltado com sinteco fosco. Se a casa é despojada nos revestimentos, o bom uso de luminárias garante mais charme. O living foi adornado com réguas luminosas da Arquivo Contemporâneo, enquanto o canto de contemplação recebeu a articulada Nº 214 da Lamp Grass.

Quadros são destacadas por spots em trilhos metálicos a 80 cm de distância. Fáceis de manipular, eles ajustam-se às telas que por acaso chegarem. A mesa de jantar é sobreposta por uma combinação de lâmpadas incandescentes presas a fios PP, arranjo artesanal produzido pelos arquitetos. É mais um toque de leveza nesse apartamento repleto de boa arte, que, porém, não se leva a sério demais.

Apartamento na Lagoa (Foto: Juliano Colodeti / MCA Estúdio )


 

Apartamento na Lagoa (Foto: Juliano Colodeti / MCA Estúdio )


 

Apartamento na Lagoa (Foto: Juliano Colodeti / MCA Estúdio )


 

Apartamento na Lagoa (Foto: Juliano Colodeti / MCA Estúdio )


 

Apartamento na Lagoa (Foto: Juliano Colodeti / MCA Estúdio )


 

Apartamento na Lagoa (Foto: Juliano Colodeti / MCA Estúdio )


 

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Regional, tropical e eclético

Regional, tropical e eclético (Foto: American Trade Hotel / divulgaç)

Em pleno coração de Casco Viejo, centro histórico da Cidade do Panamá, o American Trade Hotel é um local que nasceu carregado de histórias. Inaugurado em 2013, o hotel de luxo ocupa um edifício de quatro andares construído no início do século 20 para abrigar apartamentos e uma loja de departamentos. Por três décadas, o lugar foi badalado pela alta sociedade panamenha. A partir dos anos 1950, toda a região central passou por um processo de degradação, e o edifício, abandonado, chegou a ser ocupado por gangues, traficantes de drogas e moradores de rua.

A história começou a mudar nos anos 2000, quando teve início um processo de revitalização de Casco Viejo, reconhecido como patrimônio da humanidade pela Unesco. A transformação do prédio em ruínas em uma hospedagem de padrão internacional foi encabeçada pela companhia de desenvolvimento imobiliário Conservatório, nova proprietária do imóvel. A ela, juntaram-se o grupo hoteleiro Ace, além dos escritórios de arquitetura Commune Design e Hache Uve.

Entre as diretrizes que pautaram a intervenção estava a preservação da imponente fachada neoclássica projetada pelo arquiteto panamenho Leonardo Villanueva Mayer, bem como a recuperação do telhado de mansarda, prova da presença da arquitetura francesa na região.

Regional, tropical e eclético (Foto: American Trade Hotel / divulgaç)

Na concepção dos interiores, tomou-se como principal referência a colorida mistura de culturas que caracteriza a Cidade do Panamá. Nas áreas de uso coletivo, convivem harmoniosamente estilos que vão do colonial colombiano ao pós-modernista italiano, passando pelo modernista mexicano. Um exemplo dessa fusão é notado no pátio interno e no lobby, onde poltronas contemporâneas (Bertoia e Garza Marfa) e palmeiras tropicais pousam sobre o exuberante piso de azulejo fabricado na Costa Rica.

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Com uma vista privilegiada para praças, igrejas e até para a entrada do Canal do Panamá, as 50 suítes diferem entre si em tamanho e layout. Mas todas evocam o estilo colonial tropical, com pé-direito alto e piso de madeira. Nos quartos, há também elementos retrô, como o ventilador de teto e as luminárias metálicas, que conduzem o hóspede a uma viagem pelo tempo.

Regional, tropical e eclético (Foto: American Trade Hotel / divulgaç)

Anexo ao hotel, uma construção art déco de 1928 também foi restaurada para abrigar um salão de eventos com capacidade para receber até 800 pessoas. A obra trouxe à luz detalhes arquitetônicos que estavam até então escondidos, como as colunas ornamentadas, os portões de bronze e as águias acima da entrada.

É justamente na valorização da história e no casamento de culturas e estilos que está o charme e a identidade desse lugar. É também a mistura de todas essas influências que o torna tão panamenho e singular.

Regional, tropical e eclético (Foto: American Trade Hotel / divulgaç)

 

Regional, tropical e eclético (Foto: American Trade Hotel / divulgaç)

 

Regional, tropical e eclético (Foto: American Trade Hotel / divulgaç)

 

Regional, tropical e eclético (Foto: American Trade Hotel / divulgaç)

 

Regional, tropical e eclético (Foto: American Trade Hotel / divulgaç)

 

Regional, tropical e eclético (Foto: American Trade Hotel / divulgaç)

 

Regional, tropical e eclético (Foto: American Trade Hotel / divulgaç)

 

Regional, tropical e eclético (Foto: American Trade Hotel / divulgaç)

 

Regional, tropical e eclético (Foto: American Trade Hotel / divulgaç)

 

Regional, tropical e eclético (Foto: American Trade Hotel / divulgaç)

 

Regional, tropical e eclético (Foto: American Trade Hotel / divulgaç)

 

Regional, tropical e eclético (Foto: American Trade Hotel / divulgaç)

 

Regional, tropical e eclético (Foto: American Trade Hotel / divulgaç)

 

 

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NORDAM: reiulf ramstad’s oslo office features a transparent glass floor

through exposing its timber construction, the transparency serves as a visual reminder of the building’s 19th century origins.

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Zauia House by Mário Martins Atelier

Zauia House by Mário Martins Atelier (18)

Zauia House is a private residence located in Vale da Lama, Odiáxere, Portugal. It was designed in 2014 by Mário Martins Atelier. Zauia House by Mário Martins Atelier: “Zauia House is situated on a hill overlooking Vale da Lama, in the Lagos area of the Algarve – Portugal. It is built on a large property, facing east, with an amazing view of the Alvor Estuary and Lagos Bay. Paradoxically, the..

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9 Self-Help Cliches We Need to Change For Your Own Good

9 Self-Help Cliches We Need to Change For Your Own Good

self-help cliches

Some need to change slightly while some need a complete overhaul.

Think about it: Too much of anything, even if it’s supposedly good for you isn’t good in the end. That’s why we need to do something about unbridled positivity today.

As a blogger myself, it isn’t just about twisting it to help the masses. It’s also about being able to stand out in your craft. Read on!

1) “Follow your dreams.”

The problem here is that it’s always so easy to talk about wanting to follow your dreams, but the work involved is a lot harder than expected.

Worse, the self-help industry has glorified the idea of dreaming. That is why people think they’re already on their way by setting up their vision boards, meditating or reading up on The Law of Attraction.

Say instead: Have a dream. Set up a plan. Create realistic milestones.

Then keep doing small, incremental things that’d lead you in that direction.

Noticed I said “direction” and not destination. It’s all about moving forward. Things WILL go wrong and things will change along the way. Your supposed dream may be something else altogether. Embrace that!

2) “Get out of your comfort zone.”

This is true, yet obvious. It’s a lot easier said than done. It’s kind of understandable to back out at the last moment because you don’t feel ready.

Say instead: When you’re feeling scared, anxious and downright comfortable, those are the right signs that you’ve to do something.

Hence, you need to erase the self-doubt that comes with the less-than-desirable feelings. You’ve to do it anyway because it’s correct.

3) “Quit your job.”

I’ve no idea how many rag-to-riches stories I’ve read on how some successful person quit their job or got fired and called it the best thing that ever happened to them.

Look, most of us don’t like our jobs, but we gotta do what we gotta do right?

Mindlessly quitting your job without a plan isn’t something you should do. You may feel liberated, but the lack of income can really take its toll on you especially if others are depending on you.

Say instead: Quit your job only when it makes sense.

That means having a plan or enough savings to tide you over for the short-term future.

Heck, I’d say even that you shouldn’t quit your job at all. Just learn to try to block out the negativitiy from the office.

4) “Punch your pillow” or “Scream into your pillow.”

I won’t go deep here, but anger management arguably doesn’t work. Google it. You’ll be surprised.

Say instead: Find the primary emotion underlying your anger.

Because anger is a secondary emotion. If you don’t find it, you’re only sweeping your problems under the rug.

Do what it takes to find that cause. Go for therapy. Read up on anger. Personally, I think reading up on psychology and the ego helps most.

5) “Get over your fears.”

Another easier said than done thing to do. It’s too scary! You can’t just tell somebody with issues to simply get over their fears and be done with it.

Say instead: Understand your fear first, feel afraid and do it anyway.

Fear is simply a system to keep you alert. It’s what keeping you from impulsively jumping off the building for no reason.

Like anger, find the root cause of your fear.

Then like getting out of your comfort zone, feel scared and do it anyway. That’s the right sign to really grow.

6) “You’re special.”

I honestly think this is a tired phrase used to make people feel better about themselves only.

Say instead: Make your life special by doing extraordinary things.

Face it. If you want to create a meaningful life, you’ve to get off your ass and do great things.

Saying you’re special or was born special and not doing anything is ultimately useless.

So do something already! Leave some footprints!

7) “Just be yourself.”

But what if you don’t like yourself? What if you don’t know who you really are?

Say instead: Be yourself… unless you suck.

That’s a rough quote by Josh Whedon actually.

Straight up, if you know there’re things about you you need to change or want to change, then make those changes already.

If you feel lost and lack purpose in life, I strongly suggest you start doing things, getting out there and create real memories for yourself.

8) “Find passion.”

And what’s usually followed is, “The rest will take care of itself” or “And you won’t work a day of your life.”

Wrong. Passion doesn’t solve all your problems or make life super awesome for you.

Say instead: Find passion and be prepared to do the work.

It’s important indeed to base your art or business around your passion. That’s a solid foundation that will take you a long way.

Nonetheless, you still need to do the work. That effectively means not feeling good and even doubting yourself from time to time.

It’s all about taking action.

9) “Money is not everything.”

I find it so amusing that the two groups of people who are always ready to spout this cliche are the same ones who are the least qualified to do so.

The first is people who are totally broke and are too lazy to work at all.

The second is people who have made it and are very successful, thus they mislead people (who do need money) into thinking, for example, that passion is enough and that one shouldn’t take up money-making opportunities or make sensible decisions.

Say instead: Money is important, but the bottom line is if you want to chase it.

I think this idea is simple.

Just do what you have to do to survive. Yet, remember to stop and smell the roses from time to time. Your happiness is entirely up to you, not money.

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Alden Tan keeps it real at his blog and writes about motivation in unconventional ways. His two main passions are Bboying and writing. Check out his free report12 Things Happy People Don’t Give a F**k About!

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NORDAM: pedro reis floats horizontal white volume on melgaco sports school

the strongly articulated composition gives shape to an integrated learning atmosphere within the dynamic life of a sports campus.

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